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terça-feira, 28 de março de 2017

Record, SBT e Rede TV! retiram sinal da tv por assinatura (NET, Sky, Claro, etc)

Record, SBT e Rede TV! retiram sinal da tv por assinatura
Clique na imagem para ampliar.
O sinal da Record, SBT e Rede TV! Não estão mais disponíveis na operadora de TV por assinatura NET, em breve não estarão também nas demais operadoras do país. Os três canais alegam que não recebem nenhum centavo das operadoras pela disponibilização de seus canais nos pacotes de tv por assinatura, e com o intuito de terem poder de negociação, criaram a empresa Simba joint Venture, que na prática é uma espécie de liga que defende os interesses das emissoras frente às operadoras.

A Simba, pede às operadoras de tv por assinatura algo em torno de R$ 15 por assinante (a ser pago a cada emissora). As operadoras alegam que o valor pretendido pelas emissoras é muito alto, caso fosse aceito, o custo seria repassado aos assinantes, e num cenário de crise, em que as operadoras vem perdendo mensalmente milhares de clientes, aumentar o preço dos pacotes seria um tiro no pé. Alegam ainda que o assinante busca a tv paga para assistir principalmente aos canais fechados e que a inclusão de tv aberta é apenas um agrado aos clientes.

A oferta das operadoras à Simba gira na ordem de centavos, assim, no dia 25 de março, as três emissoras anunciaram que não chegaram a um acordo junto às operadoras, e que por isso, até o dia 29 de março o sinal da Record, SBT e Rede TV! Será retirado das tvs por assinatura.

Aqui no Distrito Federal, a maior operadora de TV por assinatura que é a NET já retirou o sinal da Record , SBT e Rede TV! (veja imagem acima). Agora, para assistir a esses canais será preciso recorrer à velha antena de tv aberta. Mais uma vez, quem paga o pato mais uma vez é o assinante, que fica sem a opção de assistir essa emissoras diretamente pelo aparelho da tv por assinatura.



quarta-feira, 22 de março de 2017

Apesar das manifestações, pedágio na BR 040 também gera benefícios á Cristalina

Cristalina recebe R$ 2 milhões do pedágio
Apesar de ter sido instalado em local inapropriado, próximo ao perímetro urbano de Cristalina, causando aumento de custos aos produtores rurais da região e transtorno aos trabalhadores que precisam trafegar diariamente pela BR 040, o posto de pedágio vem gerando um incremento importante na economia do município. 

Somente em 2016, Cristalina arrecadou mais de R$ 2 milhões oriundos do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) da BR-040 e da BR-050.

Quanto a essa nova fonte de renda do município, entrevistado pelo Jornal O Popular de Goiânia, o prefeito de Cristalina, Daniel do Sindicato, afirmou que o dinheiro proveniente de impostos gerados pelas atividades das concessionárias: Via 040 e MGO Rodovias (que administra a BR 050) será aplicado no custeio de 50% do transporte universitário, cerca de R$ 70 mil por mês. Além disso, serão ofertadas à população cristalinense 150 bolsas de estudos na educação superior em faculdades instaladas no município. O dinheiro também será aplicado na manutenção e conservação das estradas rurais.

Cristalina, pedágio da discórdia
Entende-se que o pedágio causa transtornos e reclamações, mas, é inegável que também traz benefícios à população. Portanto, lá em 2013, as autoridades locais, especialmente a prefeitura de Cristalina e a Câmara de Vereadores foram omissos quanto ao local escolhido pela Via 040 para instalação do posto de pedágio. 

Desde àquela época sabia-se que a praça de pedágio ficaria praticamente no perímetro urbano da cidade, estrategicamente localizada próxima à rodovia GO 436, que é a principal estrada utilizada pelos produtores da região no escoamento da produção agrícola.

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Agora, o que resta aos produtores rurais e trabalhadores daquela região é tentar a isenção da taxa de pedágio, no entanto, isso não será uma tarefa das mais fáceis, pois, a Via 040 é uma empresa que visa obviamente o lucro e com certeza usará todo o seu aparato legal para tentar impedir qualquer tipo de isenção. Porém, não quer dizer que a isenção de algumas categorias não possa ocorrer, grandes empresários rurais e agora a classe política do município estão imbuídos na conquista dessa demanda, caso não consigam através de manifestações, protestos e reuniões com a concessionária, o caso deve chegar às vias judiciais. Vamos aguardar os próximos desdobramentos.

sábado, 18 de março de 2017

50 vagas para curso profissionalizante em Cristalina, não perca essa oportunidade

Cursos profissionalizantes em Cristalina GoiásBoa notícia aos cristalinenses que desejam se qualificar profissionalmente, em parceria com a prefeitura de Cristalina o Instituto Mix de Profissões, vai oferecer 50 vagas para o curso “Preparação Profissional para o Mercado de Trabalho”. O curso será ministrado sempre às 19 horas e terá uma duração de dois meses.

Local do curso
Instituto Mix, rua 07 de setembro, em frete à loja da Vivo.

Inscrição
Para se inscrever, o interessado deverá apresentar os seguintes documentos:
·         Cópia de RG e CPF (se menor de idade, cópias também do responsável),
·         Cópia de declaração de renda,
·         Cópia de comprovante de endereço,
·         Cópia de comprovante de escolaridade.

*Sendo que a idade mínima para participar é de 16 anos.

Contato Instituto Mix
Telefone: (61) 3612-5865 / (61) 99942-7980
E-mail: cristalina@institutomix.com.br

Moradores de Cristalina voltam a protestar contra cobrança de pedágio na BR 040

moradores de Cristalina protestam novamente contra cobrança de pedágio
Na tarde da última quinta-feira (16/03), moradores de Cristalina fizeram uma manifestação às margens da BR 040 pedindo a imediata interrupção da cobrança de pedágio para os veículos emplacados no município. Produtores rurais, comerciantes e comunidade se aglomeraram próximo a uma estrada vicinal que interliga a BR 040 à GO 436 e servindo como rota alternativa para quem não deseja passar pelo posto de pedágio.

De acordo com o Prefeito Daniel do Sindicato, que participou ativamente da manifestação, a Lei Orgânica de Cristalina estabelece como zona urbana um raio de 10 quilômetros do centro da cidade e por estar aproximadamente 4 quilômetros do centro, o posto de pedágio estaria causando enormes prejuízos à população do município. Ele destacou ainda a situação dos moradores do Distrito de Campos Lindos que fica a 100 quilômetros de Cristalina e o acesso principal entre as duas localidades se dá pela GO 436, nesse caso, os motoristas trafegam menos de 2 quilômetros pela BR 040, pagam pedágio e fazem o restante do trajeto (98 km) pela esburacada rodovia estadual.

Prejuízos
O movimento que também contou com a presença de agricultores que residem nas imediações, como é o caso da produtora rural Maritânia Paludo. Segundo ela, o prejuízo com o pedágio tem ultrapassado a casa dos 6 mil reais. Uma vez que sua propriedade fica a uma distância de apenas 5 km após a praça.

Já para o representante da Associação dos Irrigantes de Goiás – (Irrigo) Luiz Carlos Figueiredo, o transtorno com o pagamento do pedágio vem sendo algo incalculável, ao ponto de estar gerando inclusive demissões nas fazendas que compõem a região do Vale do Pamplona. Uma vez que além de prejudicar a vinda dos estudantes para as escolas, os proprietários têm sido obrigados a arcarem com a contrapartida dos valores aos funcionários, sem falar no prejuízo gerado quanto ao escoamento da safra agrícola, pontuou Figueiredo.

Outro também prejudicado é o proprietário de uma Churrascaria às margens da estrada, para o empresário Wilhiam Gurgel, além da ameaça dos representantes da empresa responsável pela concessão da BR em “trancar” a entrada do comércio (pelo de fato de alegarem que veio do empresário, a permissão de novamente abrir a estrada que se encontra ao lado da churrascaria e interliga a BR 040 à GO 436), viu ainda a queda nas vendas em decorrência da falta de um retorno nas imediações.  Gurgel explicou que não coube a ele, permitir ou não a abertura da estrada e sim, ao município, haja vista ser um espaço de domínio público.

Negociação
Após diversas tentativas de chegarem a um acordo quanto a situação do pagamento de pedágio pelos moradores de Cristalina, incluindo uma reunião com o jurídico da Via 040 na semana passada, o Prefeito Daniel do Sindicato resolveu acatar o pedido dos produtores e empresários, permitindo a revitalização da estrada que consiste no desvio alternativo ao pedágio.

Em uma reunião entre representantes da Via 040 e do Executivo Municipal, a concessionária ratificou ser impossível estabelecer qualquer tipo de isenção aos veículos com placas de Cristalina. Segundo eles, previa-se uma maior arrecadação com a praça, o que, no entanto, teve queda de 40% nos últimos meses. Também afirmaram que em decorrência da Operação lava Jato, o Governo Federal deixou de transferir os repasses firmados com a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT.


Obras de duplicação
Para piorar ainda mais a situação, as obras de duplicação da rodovia estão paradas. A previsão estabelecida em contrato de concessão previa que toda a extensão da BR 040 entre Brasília e Juiz de Fora/MG seria duplicada até 2018, o que certamente não será cumprido. E mesmo sem obras de duplicação, os motoristas são obrigados a transitar por uma rodovia extremamente perigosa, pagando altas taxas de pedágio e sem perspectiva de melhorias.

No pior dos cenários, devido à conjuntura atual da economia, as dificuldades de crédito junto ao BNDES e as revelações feitas pela operação Lava Jato, várias concessões de rodovias federais estão em risco e em pouco tempo o governo pode retomar o controle dessas estradas, acarretando em mais prejuízos à população.

Com informações da ASCOM/Prefeitura de Cristalina e edição Redecol Brasil

sexta-feira, 17 de março de 2017

Saiba quais são as empresas e marcas que vendiam carne e derivados estragos e contaminados com salmonela

Carne estragada e contaminada era vendida normalmente
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (17/03) uma grande operação em alguns dos maiores frigoríficos do Brasil. O que se revelou é assustador, fiscais corruptos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que deveriam zelar pela qualidade do alimento consumidor pelos brasileiros, liberavam a venda de carnes podres e derivados com ingredientes feitos de cabeça de porco, papelão, aditivos químicos e uma sustância cancerígena que é o ácido ascórbico para “maquiar” as carnes que já estavam estragadas.

Ao longo das investigações que culminaram na Operação Carne Fraca, a Polícia Federal (PF) descobriu que os frigoríficos envolvidos no esquema criminoso "maquiavam" carnes vencidas com ácido ascórbico e as reembalavam para conseguir vendê-las. As empresas, então, subornavam fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que autorizassem a comercialização do produto sem a devida fiscalização. A carne imprópria para consumo era destinada tanto ao mercado interno quanto à exportação.

“Tudo isso nos mostra que o que interessa a esses grupos corporativos na área alimentícia é, realmente, um mercado independente da saúde pública, independente da coletividade, da quantidade de doenças e da quantidade de situações prejudiciais que isso [a prática criminosa] causa”, afirmou o delegado federal Maurício Moscardi Grillo, em entrevista coletiva no fim da manhã, na sede da PF em Curitiba. Também participaram da coletiva o superintendente da corporação, Rosalvo Ferreira Franco, o delegado Igor Romário de Paula e o auditor da Receita Federal Roberto Leonel de Oliveira Lima.

Empresas envolvidas
Algumas das maiores empresas do ramo alimentício do país estão na mira da operação, entre as quais a JBS, dona de marcas como Big Frango e Seara, e a BRF, detentora das marcas Sadia e Perdigão. A Justiça Federal no Paraná (JFPR) determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das empresas investigadas, que também são alvo de parte dos mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e busca e apreensão expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba.

Moscardi disse ainda que parte do dinheiro pago aos agentes públicos abastecia o PMDB e o PP. A Polícia Federal não identificou, no entanto, os políticos beneficiados pelo esquema, nem a ligação entre os funcionários do Ministério da Agricultura e esses partidos. “Não foi aprofundado porque o nosso foco era a saúde pública, a corrupção e a lavagem de dinheiro”, explicou o delegado.

A PF também informou ter interceptado um telefonema entre o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, e o ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná Daniel Gonçalves Filho – um dos investigados pela corporação. A Polícia Federal informou que não identificou, no entanto, ação criminosa por parte de Serraglio, que à época do telefonema era deputado federal. “Por cautela, no entanto, foi necessário fazer esse informe aqui para não sermos questionados”, disse Moscardi.

Investigação
A Operação Carne Fraca é resultado de dois anos de investigações e foi divulgada pela PF como a maior realizada na história da corporação. Mais de 1,1 mil policiais federais cumprem 309 mandados em sete unidades federativas: São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Além das empresas que participavam do esquema, a operação tem como alvo os fiscais do Ministério da Agricultura que se beneficiaram do recebimento de propina e de vantagens pessoais para liberar a venda da carne imprópria para consumo.


Além do repasse de dinheiro, os agentes públicos recebiam como propina produtos alimentícios das empresas, segundo a PF. Alguns, inclusive, já estariam começando a reclamar da qualidade dos alimentos que ganhavam para fazer vista grossa na fiscalização.

O delegado Maurício Moscardi ressaltou que a responsabilidade pelos atos criminosos é compartilhada por empresários e agentes públicos. “Não havia uma relação de extorsão, mas sim de benefício e de alimentação mútua entre eles. Os empresários também incentivavam e se sentiam próximos desse esquema; eram corruptores”, afirmou.

Dentro do Ministério da Agricultura, a PF descobriu que os funcionários envolvidos promoviam remoções (transferências) de fiscais para garantir a continuidade do esquema criminoso. A investigação começou, inclusive, depois que um fiscal se recusou a ser removido ao descobrir fraudes em uma das empresas envolvidas.

Outro lado
Um dos alvos da Operação Carne Fraca, o grupo JBS destaca, em nota oficial, que adota “rigorosos padrões de qualidade” para garantir a segurança alimentar de seus produtos. “A companhia repudia veementemente qualquer adoção de práticas relacionadas à adulteração de produtos – seja na produção e/ou comercialização – e se mantém à disposição das autoridades com o melhor interesse em contribuir com o esclarecimento dos fatos”, diz o texto.

Saiba Mais
Justiça Federal no Paraná bloqueia R$ 1 bilhão dos maiores frigoríficos do país
PF faz operação para combater fraudes na fiscalização do setor de alimentos
Segundo a empresa, a ação deflagrada hoje atingiu três unidades da companhia – duas no Paraná e uma em Goiás. A JBS ressalta que “não há nenhuma medida judicial contra os seus executivos”.

A BRF informou, em nota, que está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. Segundo a empresa, não há risco para os consumidores. "A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua."

Também em nota oficial, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, diz que, diante dos fatos narrados na operação, decidiu cancelar a sua licença de 10 dias do ministério. "Estou coordenando as ações, já determinei o afastamento imediato de todos os envolvidos e a instauração de procedimentos administrativos", informou. "Todo apoio será dado à PF nas apurações. Minha determinação é tolerância zero com atos irregulares no ministério", acrescentou.

Segundo Blairo Maggi, a apuração da PF indica que os envolvidos no esquema ilegal praticaram "um crime contra a população brasileira", que deve ser punido "com todo rigor". "Muitas ações já foram implementadas para corrigir distorções e combater a corrupção e os desvios de conduta, e novas medidas serão tomadas." Para o ministro, no entanto, é preciso separar "o joio do trigo" durante as investigações.

O Ministério da Justiça também divulgou nota depois que a operação foi deflagrada. O texto afirma que a menção ao nome de Osmar Serraglio na investigação é uma prova de que o ministro não vai interferir no trabalho da Polícia Federal. “A conclusão, tanto do Ministério Público Federal quanto do juiz federal, é que não há qualquer indício de ilegalidade nessa conversa degravada”, ressalta a nota.

O PMDB, citado pela PF como suposto beneficiário de parte da propina, diz que “desconhece o teor da investigação, mas não autoriza ninguém a falar em nome do partido”.

Também citado como um dos partidos que teria sido beneficiado por parte da propina arrecadada no esquema, o PP disse que desconhece o teor das denúncias "O partido apoia  minuciosa investigação e o rápido esclarecimento dos fatos", afirmou o PP em nota.

Repercussão
No final da manhã, a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) emitiu nota oficial assinada pelo presidente da instituição, João Martins da Silva Júnior. No texto, a entidade defende a apuração dos fatos envolvendo frigoríficos e fiscais agropecuários e que, uma vez comprovados, possam levar à punição exemplar dos envolvidos.

A nota da CNA diz ainda que os produtores rurais brasileiros têm dado “grande contribuição ao desenvolvimento nacional” e afirma não ser justo que eles tenham a imagem “maculada pela ação irresponsável e criminosa de alguns”.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários diz que apoia a ação da Polícia Federal. "A operação está alinhada aos objetivos  de auditores fiscais federais agropecuários no sentido de aprimorar a inspeção de produtos de origem animal no Brasil". Segundo o sindicato, as denúncias constam de processo administrativo que tramita no Ministério da Agricultura desde 2010.

Ministério afasta 33 servidores
O secretário executivo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Eumar Novaki, disse hoje (17/03) que as fraudes no processamento de carnes por algumas das maiores empesas do ramo alimentício do país, como JBS, BRF e Peccin, identificadas pela Operação Carne Fraca, são um “fato isolado” e que os consumidores podem “ficar tranquilos”.

Segundo o secretário, 33 servidores do órgão já foram afastados. De acordo com Novaki, a “maquiagem” de produtos vencidos foi verificada em carne de frango, mortadela, salsicha e há a suspeita de carne bovina. A fraude foi confirmada na unidade da BRF da cidade de Mineiros (GO) e nos frigoríficos de Jaguará do Sul (SC) e Curitiba, da empresa Peccin Agroindustrial. Os três estabelecimentos foram fechados pelo Ministério da Agricultura e passarão por “inspeção rigorosa”.

“São 21 SIFs [Serviço de Inspeção Federal], de quatro grupos econômicos, de um universo de 5 mil estabelecimentos. Isso demonstra que não é um fato cotidiano, mas um fato isolado, que não representa, de modo algum, a postura do Ministério da Agricultura”, afirmou Novaki. Segundo o secretário, em até 15 dias, o ministério apresentará um diagnóstico “preciso” sobre os produtos comercializados pelas empresas investigadas.

Mesmo afirmando que os consumidores podem ficar tranquilos quanto à procedência dos produtos, o secretário recomendou que a população fique atenta a possíveis sinais de má conservação.  De acordo com Novaki, o ministério está atuando para identificar e retirar do mercado lotes de produtos adulterados.

“O queremos dizer para a população é que fique absolutamente tranquila. Nosso sistema de fiscalização é um dos mais respeitados do mundo. Se perceberem qualquer problema, comuniquem ao Ministério da Agricultura, que tomaremos a providências.”

Exportações
Perguntado sobre o possível impacto nas exportações, já que o Brasil é o principal exportador de carne do mundo, o secretário executivo do Ministério da Agricultura disse que os países compradores também fiscalizam os produtos. Além disso, Novaki reiterou que os “fatos isolados” não podem comprometer toda a cadeia.

“Os produtos brasileiros estão presentes em mais de 150 países, e isso demonstra a qualidade dos produtos produzidos no país. Cada um dos países tem seu sistema de vigilância que atesta os produtos quando lá chegam. Portanto, se tiver problema, isso será acionado e será resolvido, e aquilo não será entregue.”


Com informações da Agência Brasil e Sistema Redecol Brasil de Comunicação