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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Pobreza no Brasil em 2016 - Mais de 50 milhões de pessoas estão na linha da pobreza

Desigualdade social é a marca do Brasil
Cerca de 50 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre. Os dados foram divulgados hoje (15), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017. Ela indica, ainda, que o maior índice de pobreza se dá na Região Nordeste do país, onde 43,5% da população se enquadram nessa situação e, a menor, no Sul: 12,3%.

A situação é ainda mais grave se levadas em conta as estatísticas do IBGE envolvendo crianças de 0 a 14 anos de idade. No país, 42% das crianças nesta faixa etária se enquadram nestas condições e sobrevivem com apenas US$ 5,5 por dia. A pesquisa de indicadores sociais revela uma realidade: o Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis.

Seja por diferentes regiões do país, por gênero - as mulheres ganham, em geral, bem menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções -, por raça e cor: os trabalhadores pretos ou pardos respondem pelo maior número de desempregados, têm menor escolaridade, ganham menos, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo exatamente por ter menor nível de escolaridade.

Um país onde a renda per capita dos 20% que ganham mais, cerca de R$ 4,5 mil, chega a ser mais de 18 vezes que o rendimento médio dos que ganham menos e com menores rendimentos por pessoa – cerca de R$ 243. No Brasil, em 2016, a renda total apropriada pelos 10% com mais rendimentos (R$ 6,551 mil) era 3,4 vezes maior que o total de renda apropriado pelos 40% (R$ 401) com menos rendimentos, embora a relação variasse dependendo do estado.

Entre as pessoas com os 10% menores rendimentos do país, a parcela da população de pretos ou pardos chega a 78,5%, contra 20,8% de brancos. No outro extremo, dos 10% com maiores rendimentos, pretos ou pardos respondiam por apenas 24,8%. A maior diferença estava no Sudeste, onde os pretos ou pardos representavam 46,4% da população com rendimentos, mas sua participação entre os 10% com mais rendimentos era de 16,4%, uma diferença de 30 pontos percentuais.

Desigualdade acentuada
No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.

Segundo o estudo, em 2017 as taxas de desocupação da população preta ou parda foram superiores às da população branca em todos os níveis de instrução. Na categoria ensino fundamental completo ou médio incompleto, por exemplo, a taxa de desocupação dos trabalhadores pretos ou pardos era de 18,1%, bem superior que o percentual dos brancos: 12,1%.

“A distribuição dos rendimentos médios por atividade mostra a heterogeneidade estrutural da economia brasileira. Embora tenha apresentado o segundo maior crescimento em termos reais nos cinco anos disponíveis (10,9%), os serviços domésticos registraram os rendimentos médios mais baixos em toda a série. Já a Administração Pública acusou o maior crescimento (14,1%) e os rendimentos médios mais elevados”, diz o IBGE.

O peso da escolaridade
Os dados do estudo indicam que, quanto menos escolaridade, mais cedo o jovem ingressa no mercado de trabalho. A pesquisa revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado de trabalho com até 14 anos.

Para os analistas, “a idade em que o trabalhador começou a trabalhar é um fator que está fortemente relacionado às características de sua inserção no mercado de trabalho, pois influencia tanto na sua trajetória educacional – já que a entrada precoce no mercado pode inibir a sua formação escolar – quanto na obtenção de rendimentos mais elevados”.

Ao mesmo tempo em que revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado com até 14 anos, o levantamento indica também que este percentual cresce para o grupo de trabalhadores que tinha somente até o ensino fundamental incompleto, chegando a atingir 62,1% do total, enquanto que, para os que têm nível superior completo, o percentual despenca para 19,6%.

Ainda sobre o trabalho precoce, o IBGE constata que, em 2016, a maior parte dos trabalhadores brasileiros (60,4%) começou a trabalhar com 15 anos ou mais de idade. Entre os trabalhadores com 60 anos ou mais houve elevada concentração entre aqueles que começaram a trabalhar com até 14 anos de idade (59%).

A análise por grupos de idade mostra a existência de uma transição em relação à idade que começou a trabalhar, com os trabalhadores mais velhos se inserindo mais cedo no mercado de trabalho, o que pode ser notado porque 17,5% dos trabalhadores com 60 anos ou mais de idade começaram a trabalhar com até nove anos de idade, proporção que foi de 2,9% entre os jovens de 16 a 29 anos.

O IBGE destaca que os trabalhadores de cor preta ou parda também se inserem mais cedo no mercado de trabalho, quando comparados com os brancos, “característica que ajuda a explicar sua maior participação em trabalhos informais”.

Já entre as mulheres foi maior a participação das que começaram a trabalhar com 15 anos ou mais de idade (67,5%) quando comparadas com a dos homens (55%). Para os técnicos do instituto, esta inserção mais tardia das mulheres no mercado de trabalho pode estar relacionada “tanto ao fato de elas terem maior escolaridade que os homens, quanto à maternidade e os encargos com os cuidados e afazeres domésticos”.

Cresce percentual dos que não trabalham nem estudam
O percentual de jovens que não trabalham nem estudam aumentou 3,1 pontos percentuais entre 2014 e 2016, passando de 22,7% para 25,8%. Dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 indicam que, no período, cresceu o percentual de jovens que só estudavam, mas diminuiu o de jovens que estudavam e estavam ocupados e também o de jovens que só estavam ocupados.

O fenômeno ocorreu em todas as regiões do Brasil. No Norte, o percentual de jovens nessa situação passou de 25,3% para 28,0%. No Nordeste, de 27,7% para 32,2%. No Sudeste, de 20,8% para 24,0%. No Sul, de 17,0% para 18,7% e no Centro-Oeste, de 19,8% para 22,2%.

Ele atingiu, sobretudo, os jovens com menor nível de instrução, os pretos ou pardos e as mulheres e com maior incidência entre jovens cujo nível de instrução mais elevado alcançado era o fundamental incompleto ou equivalente, que respondia por 38,3% do total.

Pobreza é maior no Nordeste
 Quando se avalia os níveis de pobreza no país por estados e capitais, ganham destaque - sob o ponto de vista negativo - as Regiões Norte e Nordeste com os maiores valores sendo observados no Maranhão (52,4% da população), Amazonas (49,2%) e Alagoas (47,4%).

Em todos os casos, a pobreza tem maior incidência nos domicílios do interior do país do que nas capitais, o que está alinhado com a realidade global, onde 80% da pobreza se concentram em áreas rurais.

Ainda utilizando os parâmetros estabelecidos pelo Banco Mundial, chega-se à constatação de que, no mundo, 50% dos pobres têm até 18 anos, com a pobreza monetária atingindo mais fortemente crianças e jovens - 17,8 milhões de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, ou 42 em cada 100 crianças.

Também há alta incidência em homens e mulheres pretas ou pardas, respectivamente, 33,3% e 34,3%, contra cerca de 15% para homens e mulheres brancas. Outro recorte relevante é dos arranjos domiciliares, no qual a pobreza - medida pela linha dos US$ 5,5 por dia - mostra forte presença entre mulheres sem cônjuge, com filhos até 14 anos (55,6%). O quadro é ainda mais expressivo nesse tipo de arranjo formado por mulheres pretas ou pardas (64%), o que indica, segundo o IBGE, o acúmulo de desvantagens para este grupo que merece atenção das políticas públicas.

Fonte: AgênciaBrasil. Edição: Kleber Sampaio

Presidente da CBF é banido por 90 dias pela FIFA

Presidente da CBF é suspenso pela FIFA
Marco Polo Del Nero.
Foto: Reprodução.
A FIFA anunciou hoje (15/12) que o Comitê de Ética da entidade, puniu o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Marco Polo Del Nero, que ficará suspenso por 90 dias, período em que não poderá participar de quaisquer atividades ligadas ao futebol, tanto no Brasil como no exterior.

 Ainda de acordo com a FIFA, a punição de Del Nero pode se prorrogada por mais 45 dias. A suspensão do cartola brasileiro foi solicitada pela Câmara de Investigação do Comitê de Ética, que apura irregularidades cometidas por Del Nero. As razões da suspensão não foram divulgadas.



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Ministério das Comunicações autoriza a Rádio Serra dos Cristais de Cristalina a migrar para FM, em todo país 54 emissoras assinaram o contrato de migração

Mais 54 emissoras AM receberam autorização para migrar para FM
Após quatro anos de luta, finalmente a Rádio Serra dos Cristais Ltda de Cristalina teve a autorização e a outorga do governo federal para operar em FM. Em cerimônia realizada no dia 06 de dezembro, no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), 54 representantes de emissoras de rádio assinaram o Termo Aditivo de Adaptação de Outorga (Veja a lista completa no final desta matéria), que na prática é um documento expedido pelo governo que autoriza de fato a migração de AM para FM. O evento denominado mutirão da migração do rádio AM para FM, foi o último de 2017 e quatro emissoras de Goiás foram contempladas:
Rádio Difusora Serra dos Cristais, de Cristalina;
Rádio Serra Azul, de Caiapônia;
Rádio Goiatuba, de Goiatuba;
Rádio Paranaíba, de Itumbiara.
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Segundo o MCTIC, das 1.781 emissoras de rádio AM existentes no Brasil, 1.440 solicitaram a migração para FM, destas, 1.006 já foram contempladas com uma frequência no plano básico. Até dezembro de 2017, 630 emissoras já haviam assinado o contrato de migração, sendo que a maioria já opera em FM. A expectativa é de que até o final de julho de 2018 a primeira etapa do processo de migração seja concluída.

Fim da Serra dos Cristais AM 1470 Khz e renascimento em FM
Adquirida pela Diocese de Luziânia, a Serra dos Cristais AM operou de forma precária em seus últimos momentos no ar e não mais conseguia chamar a atenção dos ouvintes e anunciantes locais. Em seus anos de ouro, a então Rádio Clube Serra dos Cristais, sob a tutela da família Figueiredo, tinha atrações dominicais, bailes, shows musicais, sorteio de brindes e muita alegria. Muita gente ainda se lembra do programa “Severino do Norte” apresentado pelo Castro Neto que marcou época na emissora. Infelizmente, no segundo semestre de 2015 a então rádio AM que operava em 1470 KHz saiu do ar, de certa forma aquela foi o fim de uma das emissoras mais tradicionais do Entorno de Brasília.

A certidão de renascimento da Serra dos Cristais foi assinada no dia 06 de dezembro, em Brasília. Agora, a emissora vai operar em frequência modulada (FM), mais especificamente em 89.3 MHz e poderá operar com um transmissor de até 5 mil watts, com isso, seu sinal será o mais potente da cidade, podendo alcançar toda a região do Entorno Sul de Brasília, Distrito Federal, Paracatu, Unaí, além de outras cidades vizinhas.

A partir de 2018, Cristalina passa a contar com três emissoras operando em FM, sendo uma comunitária e duas comerciais. Ainda poderá ganhar uma rádio educativa na frequência de 97.9 Mhz.

Prós da Migração AM para FM
Inicialmente a emissora que passa a operar do AM para FM ganha em qualidade de som, em portabilidade, podendo ser sintonizada em dispositivos móveis (celulares e tablets), aumentar o leque de ouvintes que antes não tinham acesso ao dial AM, impactando positivamente nos índices de audiência. E todo esse cenário acaba atraindo mais anunciantes, fazendo com que a receita da emissora seja muito maior.
Destarte a isso, em FM as interferências tão comuns no AM são bem menores, enfim, para emissoras locais e regionais que antes estavam à beira da falência, a oportunidade de migrar para FM trouxe uma nova esperança de dias melhores.

Relação de emissoras que assinaram o Termo Aditivo de Adaptação de Outorga no dia 06 de dezembro de 2017:
Nº do Processo
UF
Município
Emissora
53000.017266/2014-61
AC
Rio Branco
RADIO UNIVERSITARIA METROPOLITANA LTDA
53000.017243/2014-57
AL
Maceió
RADIO GAZETA DE ALAGOAS LTDA
53000.017238/2014-44
AL
Pão de Açúcar
RADIODIFUSAO ELDORADO LTDA
53000.018194/2014-70
AM
Manacapuru
RADIO JUTANOPOLIS DE MANACAPURU LTDA
53000.017393/2014-61
BA
Caetité
FUNDACAO CULTURAL E EDUCACIONAL SANTANA DE CAETITE
53000.017386/2014-69
BA
Itapicuru
RADIO CLUBE DE ITAPICURU LTDA
53000.017428/2014-61
BA
Xique-Xique
RADIO TRIBUNA DO VALE DO SAO FRANCISCO LTDA
53000.013885/2014-87
CE
Acopiara
SISTEMA LAJES DE COMUNICACOES LTDA
53000.013871/2014-63
CE
Jijoca de Jericoacoara
RADIO JERICOACOARA LTDA
53000.013894/2014-78
CE
Sobral
RADIO TUPINAMBA DE SOBRAL LTDA
53000.013958/2014-31
ES
Afonso Cláudio
FUNDACAO ROBERTO RABELLO DE COMUNICACAOSOCIAL
53000.013965/2014-32
ES
Cachoeiro de Itapemirim
FUNDACAO SANTA TEREZINHA
53000.013955/2014-05
ES
Cachoeiro de Itapemirim
RADIO CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM LTDA
53000.018124/2014-11
ES
Cachoeiro de Itapemirim
SM COMUNICACOES LTDA
53000.017976/2014-91
GO
Caiapônia
FUNDACAO DOM JUVENAL RORIZ
53000.017981/2014-02
GO
Cristalina
RADIO DIFUSORA SERRA DOS CRISTAIS LTDA
53000.017965/2014-10
GO
Goiatuba
RADIO GOIATUBA LTDA
53000.017966/2014-56
GO
Itumbiara
RADIO PARANAIBA LTDA
53000.017673/2014-79
MG
Ipatinga
RADIO LIBERTAS DO VALE DO ACO LTDA
53000.017612/2014-10
MG
Minas Novas
RADIO BOM SUCESSO LTDA
53000.017647/2014-41
MG
Uberlândia
RADIO E TELEVISAO LIBERTAS LTDA
53000.018473/2014-33
MS
Anastácio
RADIO NOVA FM ANASTACIO LTDA (  antiga RÁDIO PANTANEIRA LTDA)
53000.004069/2014-82
MS
Bela Vista
RADIO BELA VISTA LTDA
53000.068471/2013-12
MS
Campo Grande
RADIO CULTURA DE CAMPO GRANDE LTDA
53000.018406/2014-19
MT
Alta Floresta
RADIO PROGRESSO DE ALTA FLORESTA LTDA
53000.018403/2014-85
MT
Nortelândia
RADIO DIFUSORA DE NORTELANDIA LTDA
53000.018396/2014-11
MT
Rondonópolis
RADIO ITAI DE RIO CLARO LTDA
53000.017302/2014-97
PE
Gravatá
FUNDACAO JOAO PAULO II
53000.017304/2014-86
PE
Petrolina
FUNDACAO EMISSORA RURAL A VOZ DO SAO FRANCISCO
53000.018174/2014-07
PI
Altos
RADIO JOAO DE PAIVA LTDA
53000.018170/2014-11
PI
Parnaíba
RADIO IGARACU LTDA
53000.015636/2014-26
PR
Borrazópolis
SISTEMA NOVA ERA DE COMUNICACAO LTDA
53000.015708/2014-35
PR
Marmeleiro
RADIO CRISTAL LTDA
53000.015778/2014-93
PR
São Jorge d'Oeste
RADIO DIFUSORA DE SAO JORGE D'OESTE LTDA
53000.015648/2014-51
PR
Tibagi
RADIO ITAI DE RIO CLARO LTDA
53000.013750/2014-11
RJ
Campos dos Goytacazes
RADIO EDUCADORA GOITACA LTDA
53000.013732/2014-30
RJ
Campos dos Goytacazes
RADIO CULTURA FLUMINENSE LTDA
53000.013776/2014-60
RJ
Resende
SISTEMA RESENDENSE DE COMUNICACAO LTDA
53000.013771/2014-37
RJ
Santo Antônio de Pádua
RADIO FELIZ DE SANTO ANTONIO DE PADUA LTDA
53000.013739/2014-51
RJ
Volta Redonda
RADIO  SOCIEDADE DE VOLTA REDONDA LTDA.
53000.017343/2014-83
RN
Currais Novos
RADIO CURRAIS NOVOS LTDA
53000.018845/2014-21
RO
Ji-Paraná
RADIO ALVORADA DE RONDONIA LTDA
53000.017737/2014-31
RS
Bagé
RADIO CLUBE DE BAGE LTDA
53000.017846/2014-59
RS
Catuípe
RADIODIFUSAO AGUAS CLARAS LTDA
53000.017781/2014-41
RS
Chapada
RADIO SIMPATIA LTDA
53000.017997/2014-15
SC
Caçador
RADIO CACANJURE LTDA
53000.018152/2014-39
SE
Aracaju
RADIO LIBERDADE DE SERGIPE LTDA
53000.018509/2014-89
SP
Campos do Jordão
RADIO EMISSORA DE CAMPOS DO JORDAO LTDA
53000.018528/2014-13
SP
Itaí
RADIO CLARIM DE PALMAS LTDA
53000.018534/2014-62
SP
Miguelópolis
RADIO VALE DO RIO GRANDE LTDA
53000.018648/2014-11
SP
Paraibuna
NEVES & OLIVEIRA ANDRADE LTDA.
53000.018641/2014-31
SP
São José do Rio Pardo
RADIO DIFUSORA SAO JOSE DO RIO PARDO LTDA
53000.018572/2014-15
SP
Viradouro
RADIO VIRADOURO AM LTDA
53000.017925/2014-60
TO
Guaraí
SOCIEDADE DE RADIODIFUSAO GUARAI LTDA