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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Cientistas Brasileiros identificam substância que pode neutralizar a produção do vírus Zika

Em mais de 99% dos testes a produção do vírus diminuiu com a 6MMPr, usando diferentes dosagens e tempos de reação - Sumaia Villela/Agência Brasil
Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco descobriram uma substância que pode bloquear a produção do vírus Zika em células epiteliais e neurais. O estudo a respeito da 6-metilmercaptopurina ribosídica (6MMPr) foi publicado na última sexta-feira (11) na revista International Jornal of Antimicrobial Agents, mas a instituição divulgou hoje (15) a descoberta.

A substância atua contra o tipo de zika que circula no Brasil. Os testes foram realizados in vitro pelo Departamento de Virologia e Terapia Experimental da Fiocruz Pernambuco.  Em mais de 99% dos testes a produção do vírus diminuiu com a 6MMPr, usando diferentes dosagens e tempos de reação.

O estudo também identificou que a 6MMPr é menos tóxica para as células neurais, uma boa notícia para futuros tratamentos de infecções no sistema nervoso. “Diante das manifestações neurológicas associadas ao vírus Zika e os defeitos congênitos provocados pelo mesmo, o desenvolvimento de antivirais seguros e efetivos são de extrema urgência e importância”, afirma o coordenador da pesquisa, Lindomar Pena, conforme texto enviado pela Fiocruz. 
A investigação da substância começou há um ano, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe). O próximo passo da pesquisa é uma avaliação in vivo, ou seja, feita em um organismo vivo.


Fonte: Agência Brasil para o site Redecol Brasil

sábado, 5 de agosto de 2017

Em Cristalina GO a Guarda Municipal agora se chama Polícia Municipal

Guarda Civil Municipal agora se chama Polícia Municipal de Cristalina
Viaturas da Polícia Municipal de Cristalina. Foto: Divulgação
Em Cristalina a mudança de nomenclatura da Guarda Civil Municipal para Polícia Municipal virou polêmica, resultando inclusive em processo judicial. A Secretaria Municipal de Segurança Pública alega que a mudança de nome foi aprovada pela Câmara de Vereadores e que irá até as últimas instâncias da justiça para que o nome "Polícia Municipal" seja mantido.

É importante destacar que a Lei 13022/14 - Estatuto Geral das Guardas Municipais, não prevê em seu texto o uso da nomenclatura "Polícia Municipal", no entanto, existe um Projeto de Lei (PL Nº 5488/16) que visa alterar o artigo 22 do Estatuto para que os guardas municipais possam também ser chamados de "Policias Municipais". O projeto foi aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados e ainda passará pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e posteriormente irá à votação no Plenário.

O autor do projeto, deputado Delegado Waldir (PR-GO), argumenta que esses profissionais já exercem funções de polícia (uso da força, patrulhamento, proteção à vida) e a nova denominação não afetará seu estatuto jurídico, competências e atribuições.

Relator da matéria na comissão, o deputado Paulo Freire (PR-SP) também concordou que existe vínculo entre o trabalho dos órgãos policiais e dos guardas municipais, o que justifica a aprovação da medida. Ele acrescentou que “a reivindicação está em consonância com as necessidades mais urgentes de aumento de efetivos no controle do quadro nefasto de segurança pública”.

O deputado Alberto Fraga (DEM-DF), por sua vez, apresentou voto em separado. Segundo ele, se o projeto virar lei, “teremos uma grande confusão entre as competências das duas instituições”.



O Projeto de Lei 5488/16, que permitirá aos guardas municipais serem chamados de policiais municipais ainda não virou lei, uma vez que a proposta se encontra em tramitação e antes de ser votada em plenário, será analisada na CCJ. Como o Estatuto Geral das Guardas Municipais deixou uma lacuna ao não tratar sobre a nomenclatura a ser utilizada pelos agentes municipais, deixou muitas dúvidas sobre a legalidade do uso do termo “Polícia Municipal”. Por outro lado, como é sabido, o cidadão pode fazer tudo que não seja proibido em lei, diferentemente do poder público, que só pode agir estritamente conforme a lei. Nesse caso específico da mudança de nomenclatura da Guarda Municipal para Polícia Municipal em Cristalina, é possível que a justiça revogue a alteração, já que não existe previsão legal para a utilização do termo.

Viaturas da Polícia Municipal de Cristalina Goiás, antiga Guarda Municipal...


É certo que a população de Cristalina assolada pela criminalidade e violência que nos últimos anos virou rotina na capital dos cristais (saiba mais aqui), o que menos importa é o termo Guarda ou Polícia Municipal, o que o cidadão de bem deseja das autoridades é que exista policiamento ostensivo na cidade, rondas, revistas e combate ao tráfico de entorpecentes, enfim, querem viver em paz, coisa que a muito não se tem em nossa cidade.

Para mudar esse triste cenário faz-se mister políticas e ações conjuntas entre os governos e forças policiais (federal, estadual e municipal) em torno de uma mesma causa visando o efetivo combate à violência.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Saiba como está a migração das rádios AM para FM em Anápolis GO

Rádios AMs de Anápolis migram para FM
O processo de migração das emissoras AM para FM em Goiás segue a todo vapor, agora são as rádios AMs de Anápolis que estão iniciando suas transmissões em frequência modulada. A primeira migrante da cidade foi a rádio São Francisco AM 670 KHz, que desde o dia 03 de julho passou a operar em FM na frequência 97.7 MHz.

O sinal da São Francisco FM 97.7 está chegando com boa qualidade em Goiânia e parte do Distrito Federal. Nas redes sociais, os ouvintes aprovaram a mudança para FM, já que a partir de agora a rádio pode ser ouvida também por meio dos celulares e sem interferências, possibilitando que a emissora chegue com mais qualidade de som e portabilidade entre diversos aparelhos receptores. Os ouvintes se manifestaram também para que a emissora mantenha a mesma grade de programação que tinha em AM.

Até o início de agosto outras duas emissoras de Anápolis devem migrar para AM, são elas: Rádio Imprensa AM 1030 KHz que irá operar em FM na frequência de 104.9 MHz e a Rádio Voz do Coração Imaculado AM 770 KHz, que migrará para FM na frequência de 107.7 MHz.

Ao vivo na internet


domingo, 16 de julho de 2017

Agora a Rádio JK FM também pode ser ouvida pela operadora de TV por assinatura NET

Ouça a CBN, Transamérica, Mix e JK FM na operadora de TV NET...
Canais de rádios brasilienses na operadora NET.
A rádio JK FM 102.7 de Brasília está com seu áudio disponível também na operadora de tv por assinatura NET. A emissora que possui uma programação eclética, focada no gênero sertanejo universitário está entre as mais ouvidas da capital federal e recentemente passou por uma mudança em sua plástica e melhorou seu sistema irradiante.

Para ouvir a JK FM acesse os canais de música na NET (Canal 300), escolha a opção “Rádios” e clique na JK FM. Além da JK FM, também estão presentes na operadora NET as seguintes emissoras brasilienses: Rádio CBN 95.3, Rádio Transamérica FM 100.1 e Rádio Mix FM 88.3. Ouça essas emissoras ao vivo também pelo computador ou dispositivos móveis:
  • Rádio Mix FM 88.3 (Ouvir)
  • Rádio CBN FM 95.3 (Ouvir)
  • Rádio Transamérica FM 100.1 (Ouvir)
  • Rádio JK FM 102.7 (Ouvir)


terça-feira, 11 de julho de 2017

Com muita confusão e protestos, Senado aprova texto-base da reforma trabalhista

Reforma trabalhista passa no Senado...
Votação no Senado. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Após confusões e protestos da oposição durante todo dia, o plenário do Senado aprovou, por 50 votos favoráveis e 26 contrários, além de 1 abstenção, o texto principal do projeto que trata da reforma trabalhista. A proposta altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo, dentre as mudanças, que o acordado entre patrões e empregados prevaleça sobre o legislado nas negociações trabalhistas.

Neste momento, os senadores discutem três destaques que visam alterar pontos específicos do texto, como o que trata do trabalho intermitente. Após a votação do texto-base, o plenário acompanhou o relator da matéria, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e rejeitou em bloco as demais emendas apresentadas individualmente pelos parlamentares.

Ocupação
Alvo de divergências, a reforma trabalhista estava com a votação marcada para iniciar no fim da manhã de hoje (11/07), mas parlamentares de oposição ocuparam a Mesa e impediram o presidente do Senado, Eunício Oliveira, de prosseguir com os trabalhos.
A votação só foi retomada cerca de sete horas depois da obstrução, protagonizada pelas senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Ângela Portela (PT-ES), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lídice de Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Kátia Abreu (PMDB-TO). Junto com outros 14 parlamentares, o senador José Medeiros (PSD-MT) apresentou um pedido de denúncia contra as oposicionistas ao Conselho de Ética no Senado alegando "prática de ato incompatível com a ética e o decoro parlamentar".

Antes de tentar, pela última vez, retomar a presidência da sessão, Eunício Oliveira criticou o ato das senadoras e disse que "nem a Ditadura Militar ousou ocupar a Mesa do Congresso". Já os parlamentares da base reclamam da possibilidade de o Senado apenas referendar o texto aprovado pelos deputados, o que faria com que perdesse a função de Casa Revisora.

Texto
A proposta de reforma trabalhista prevê, além da supremacia do negociado sobre o legislado, o fim da assistência obrigatória do sindicato na extinção e na homologação do contrato de trabalho. Além disso, acaba com a contribuição sindical obrigatória de um dia de salário dos trabalhadores. Há também mudanças nas férias, que poderão ser parceladas em até três vezes no ano, além de novas regras para o trabalho remoto, também conhecido como home office. Para o patrão que não registrar o empregado, a multa foi elevada e pode chegar a R$ 3 mil. Atualmente, a multa é de um salário-mínimo regional.


Fonte: Agência Brasil/Redecol