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quinta-feira, 4 de março de 2010

A Volta do Disco de Vinil já tem data marcada

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A fábrica da Polysom no Rio de Janeiro voltou a funciona em 2010, a empresa estava desativada desde o ano de 2007, em 2009 a DeckDisc comprou a fábrica e promete muitas novidades, entre elas a tão sonhada reativação da fabricação do disco de vinil no Brasil. Lembra deles?  A Deckdisc anunciou que neste mês de março serão relançados quatro álbuns do pop-rock nacional que foram sucesso nos últimos três anos: Onde Brilhem os Olhos Seus ( de Fernanda Takai), Fome de Tudo (de Nação Zumbi), Chiaroscuro (Pitty) e Cinema (Cachorro Grande).

Inclusive, de acordo com notícia publicada no Jornal de Brasília, nesta sexta-feira (5), Pitty fará um show no Circo Voador no Rio de janeiro para lançar seu LP. Apesar de estarmos na era do MP3, Ipod e toda tralha tecnológica, o interesse pelos velhos discos de vinil vem aumentando, nos Estados Unidos, a procura por álbuns dos Beatles, Beach Boys, Rolling Stones, Jimi Hendrix, Miles Davis é muito grande, o que levou as gravadoras a relançarem alguns álbuns em LP. Inclusive títulos novos foram lançados em vinil, como por exemplo: Back to Black (Amy Winehouse), In Rainbows (Radiohead) e Viva la Vida (Coldplay). O preço de um disco de vinil ainda está meio salgado, custando acima dos R$ 100,00, o mesmo valor dos LPs nacionais, que são fabricados no exterior, já que, a única fábrica que existia no país foi fechada em 2007. Essa situação deve mudar a partir de agora com a reativação da Polysom, única fábrica Latina Americana do gênero, os preços deverão ficar mais acessíveis e cogita-se a popularização dos bolachões como eram chamados os discos de vinil.
Em entrevista ao Jornal de Brasília, João Augusto, presidente da Deckdisc e um dos sócios da Polysom, disse: “O fato de a Polysom ser a única fábrica de vinil da América Latina e estar completamente inviabilizado o aparecimento de qualquer outra, por absoluta falta de equipamentos, gera um prognóstico espantoso se considerarmos os apoios que temos recebido”, ele continua, “Os equipamentos hoje existentes na Polysom, em sua maior parte, têm fabricação descontinuada. Por isso, passaram por um completo desmonte para depois serem recompostos adequadamente por uma equipe de “mágicos”. Tudo que havia lá foi recuperado.”
Será um árduo trabalho que o vinil terá ante ao CD e aos tocadores de MP3, o fato é que ainda não há demanda definida para este ano, segundo Augusto, “apenas sensações de que a tendência é de crescimento firme”. “Os primeiros lançamentos ainda servirão  para mostrar à turma que é verdade sim, os vinis voltaram a ser fabricados no Brasil. Nossa capacidade instalada é de 28 mil LPs e 12 compactos por mês.”
Em relação à falta de toca-discos no mercado, Augusto cogita que se volte a fabricá-los e diz, . “ A teoria não é minha, é de João Araújo (presidente da gravadora Som Livre): no momento em que qualquer fabricante se tocar que o vinil está voltando, eles têm condições de colocar aparelhos em produção em menos de seis meses”. Quer saber mais, visite o site da Polysom.

Categorias: musica


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