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A sonda New Horizons da Nasa sobrevoa o asteroide Ultima Thule e envia as primeiras imagens em baixa resolução do objeto mais distante já explorado pelo homem



Ultima Thule é o objeto mais distante já explorado
Concepção artísticas de Ultima Thule. Foto: NASA/JHU-APL/SWRI
Depois de viajar mais de 6,5 bilhões de quilômetros a nave não tripulada “New Horizons”, da Nasa, enviou sinais à Terra confirmando o êxito da missão de sobrevoar, fazer imagens e realizar análises cientificas no corpo celeste conhecido como (486958) 2014 MU69, que por meio de consulta pública realizada pela Nasa recebeu o nome de Ultima Thule (que é um termo em latim que significa algo como "um lugar além do mundo conhecido" e que só foi descoberto em 2014), localizado no Cinturão de Kuiper, nos confins do Sistema Solar, sendo, portanto, o objeto mais distante já explorado pelo homem.

Após mais de seis horas de apreensão, tempo que o sinal da nave demora para percorrer os mais de 6,5 bilhões de quilômetros até a Terra, a Nasa confirmou que recebeu no dia 1º de janeirode 2019 os dados da telemetria da “New Horizons” e também algumas imagens em baixa resolução do corpo celeste. Nos próximos dias novas imagens com resoluções mais altas serão processadas pela equipe de controle da missão, bem como as análises realizadas no sobrevoo.

Ultima Thule - News Horizons viaja mais de 6,5 bilhões de quilômetros
Infográfico sobre o caminho percorrido pela News Horizons da Terra até Ultima Thule. Fonte: BBC Brasil 
Lançada em janeiro de 2006, a sonda “New Horizons” já havia feito história em 2015, quando passou pelo planeta-anão Plutão, enviando belas imagens e importantes análises sobre o pequeno planeta.

Leia também sobre a visita da “News Horizons” em Plutão:
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Foto em baixa resolução de Ultima Thule
Imagem em baixa resolução de Ultima Thule enviada pela sonda New Horizons da Nasa.
Os primeiros dados recebidos pela Nasa confirma o que os cientistas já suspeitavam, Ultima Thule é um corpo celeste com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento, composto basicamente por pequenos corpos celestes congelados que são resquícios da formação do nosso Sistema Solar e possui um formato alongado que lembra um pino de boliche com a massa concentrada nos polos. O pesquisador do laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, responsável pela missão, afirmou que Ultima Thule é "provavelmente o objeto mais primitivo já encontrado por uma espaçonave, a melhor relíquia possível do antigo Sistema Solar".

Ao longo dessa semana a sonda enviará à Terra uma série de imagens coloridas, mas em baixa resolução feitas a epenas 3,5 mil km da superfície de Ultima Thule. Imagens com resoluções mais altas serão recebidas e processadas somente no mês de fevereiro.

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