Dia Mundial para lembrar das vítimas de acidentes de trânsito


Dia Mundial das Vítimas de Trânsito

No próximo dia 19 de novembro, domingo, a Organização das Nações Unidas (ONU) e entidades de diversos países celebram o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito (WDR, World Day of Remembrance, em inglês). A data é lembrada anualmente, sempre no terceiro domingo de novembro.

A celebração do dia visa aumentar a consciência pública em relação ao custo dos acidentes rodoviários e enfatizar a necessidade de intensificar os esforços para controlar este importante problema de saúde, além de dar apoio às vítimas.
Um minuto para lembrar e pensar

A MGO Rodovias participa desse movimento e realiza a partir de amanhã, 17/11, a Campanha “1 minuto silêncio” (#1MinutoDeSilencio), de conscientização e sensibilização dos usuários da BR-050, para que reflitam sobre a dimensão e consequências dos acidentes no trânsito, contribuam para um trânsito mais seguro e não sejam as próximas vítimas.

Com esse objetivo e para divulgar a campanha, a concessionária vai distribuir 20 mil exemplares do seu informativo Boa Companhia nas praças de pedágio, com anúncio da campanha; inserir mensagens nos painéis de mensagens variáveis eletrônicos (PMVs) ao longo da BR-050; no Twitter: @MGORodovias e em seu site: www.mgorodovias.com.br; afixar cartazes nas cabines das praças de pedágio e oito outdoors da campanha nos trechos de Minas Gerais e Goiás da BR-050.

“Esse 1 minuto de silêncio é para lamentar as perdas de vidas, mas também para pensar. Isso diz respeito a todas as pessoas, já que, direta ou indiretamente, as vítimas podem ser parentes próximos, amigos, conhecidos. É sempre bom lembrar que isso não acontece só com os outros. Somos todos vítimas dessa violência no trânsito”, diz Sergio Luccas, coordenador de comunicação da MGO Rodovias.

A violência do trânsito brasileiro
Segundo levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária – ONSV,  o Brasil registra cerca de 47 mil mortes no trânsito por ano – uma  a cada 12 minutos – e, de acordo com dados do DPVAT (2014), cerca de 600 mil pessoas ficam com sequelas permanentes, uma a cada minuto, resultantes dos acidentes nas vias e rodovias do país.

 “O custo dessa epidemia ao país é de R$ 56 bilhões. Com esse dinheiro, seria possível construir 28 mil escolas ou 1.800 hospitais”, informa o diretor-presidente do OBSERVATÓRIO, José Aurélio Ramalho. O ONSV é uma instituição social sem fins lucrativos dedicada a desenvolver ações que contribuam de maneira efetiva para a diminuição dos elevados índices de acidentes no trânsito do nosso país.

 O Brasil no cenário mundial

Segundo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), de novembro de 2016, o Brasil é o país da América do Sul com a maior taxa de mortalidade no trânsito, e fica em terceiro lugar quando comparado aos países das Américas. O país está empatado com a Bolívia (25 para cada 100 mil habitantes) e atrás de Belize e República Dominicana, apenas. A taxa média regional é de 15,9 mortes para cada 100 mil habitantes. Acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre jovens (de 15 a 29 anos), particularmente entre homens (73%).

Um dia para homenagear a vida

O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito foi criado em 1993, pela Road Peace, uma organização do Reino Unido, em prol das vítimas de acidentes rodoviários. Desde então, a Road Peace, a Federação Europeia e as organizações parceiras, realizam essa mobilização em todo o mundo.

Em outubro de 2005, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Resolução 60/5 para melhorar a segurança rodoviária no mundo. A resolução convida os Estados-Membros e a comunidade internacional a designar o terceiro domingo de novembro como o Dia Mundial de lembrança às Vítimas do Trânsito.

De acordo com o portal oficial sobre o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito (http://worlddayofremembrance.org), as seis maiores causas de mortes no trânsito são o excesso de velocidade, o consumo de bebidas alcoólicas, a falta de cinto de segurança, a falta de equipamento de segurança para as crianças (cadeirinha e o assento de elevação), a falta do capacete aos usuários de motocicleta e o uso do celular.

Com informações da ASCOM MGO

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