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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Empresas analisam redes sociais antes de contratar os funcionários

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empresas analisam redes sociais antes de contratar
O candidato a uma vaga de emprego passa por uma checagem da sua vida pregressa antes de ser contratado, assim, o setor de recursos humanos da empresa entrará em contato com antigos empregadores, verificará também os antecedentes criminais e referências do perfil daquele candidato. Na era das redes sociais, muitas empresas antes de contratarem um funcionário, fazem também uma varredura em sites como Orkut, Twitter, Facebook, Flickr, Blogs, Foruns e muitos outros... Procurando identificar como aquele candidato age e fala nesses ambientes.

Hoje, existem até empresas de social intelligence especializadas em verificar o que os candidatos a uma vaga de emprego fizeram e falaram na Internet nos últimos sete anos. Depois de coletarem todas as informações inerentes ao indivíduo, montam um dossiê
e entregam à empresa interessada em contratar o funcionário, nesse momento, serão analisados pelo setor responsável pela contratação, aspectos positivos e negativos do candidato, tais como: destaques profissionais e trabalhos voluntários, comentários racistas, referências a drogas, preconceitos, incitação à violência, entre outros.

Por isso, tenha muito cuidado ao que você fala e como age na Internet, várias empresas deixam de contratar uma pessoa depois de analisarem seus perfis em redes sociais. Às vezes, possuir comunidades no Orkut do tipo: “Odeio acordar cedo”, “Detesto estudar”, “Eu odeio trabalhar” e coisas do gênero... Pode intuir perante a empresa que você não será um bom funcionário.

É sabido que, todo trabalhador deve acordar cedo e estudar para se qualificar, além é claro de gostar de trabalhar, se você afirma por meio de comunidades ou frases postadas na Internet que não gosta dessas atividades, por que a empresa te contrataria? Nesse momento, se você pleiteava uma vaga numa empresa e ao analisarem seu perfil na Internet, pode ter certeza que você não será contratado, isso também vale para as outras redes sociais, não se esqueça tudo o que você fez e está fazendo nesses ambientes podem ser objeto de análise.

De acordo com Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina, “a comunicação do profissional nas redes sociais deve estar alinhada com o que se deseja transmitir no currículo ou entrevista. A postura ética e séria do profissional não pode estar dissociada do que é apresentado nas redes sociais”.

Em um artigo publicado pelo site “Olhar Digital”, O CEO da Social Intelligence cita o caso de um profissional que foi desqualificado para ocupar uma vaga de emprego por conta de um simples comentário no Facebook. Após realizar uma chamada para uma central de atendimento telefônico, ele escreveu em seu perfil na rede social: “Estou nos Estados Unidos. Eu não deveria ter de pressionar 1 para inglês”. Esta frase, à primeira vista inocente, fez com que o recrutador o desqualificasse para a vaga de emprego, por entender que indicava preconceito contra estrangeiros, o que não condizia com a cultura da companhia.

E você, concorda em ter sua vida privada avaliada pelas empresas na hora da contratação? Muitas entidades defendem que as pessoas têm direito a livre expressão do pensamento e, sobretudo ter liberdade e privacidade na Internet. Será que uma simples e inocente frase postada em uma rede social pode se tornar um aspecto determinante na hora de contratar um funcionário?

Categorias: Tecnologia


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